Ainda há pouco entrou o ano e aí estão elas.
Já havia comentado esta leitura que certo jogador ("joga com a dor") e treinador ("treina a dor") de futebol (aqui, sim, é 'foot' e 'ball') faz com algumas palavras, segmentando o que não é segmentável.
A campanha da NOS recuperou o senhor (um pouco mais velho) com o mesmo jogo inconsistente (de palavras que não o são) - uma teoria em que só o "mister" Abel Xavier conhece, parece um "master", vende, expande (com os ganhos publicitários), sem ensinar ninguém.
Com anúncios destes pouco se aprende, linguisticamente falando (Foto VO)
Não é dor no que joga nem no que treina ou vende.
Para quem entender que se trata de criatividade, é, por certo, de fraca qualidade.
Em suma, não se atende nem se entende as dores que possam estar a ser criadas.
Em publicidade tudo vale, independentemente dos valores pedagógicos (que não são garantidamente considerados). Esta é a verdade. Quando um aluno assumir que um jogador é palavra composta, agradeçam à NOS.

A dor de Fernando Pessoa anda nas bocas da amargura… o que vale é que é fingimento!
ResponderEliminarAna Rosa Silva, mas essa é dor instanciada por criatividade e criação artística. A publicitária é de fraca qualidade. É por isso que, entrando no triste jogo, sou adepto do apagador!
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