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segunda-feira, 15 de junho de 2026
Podia ser melhor, para ser "bom".
segunda-feira, 9 de março de 2026
A liberdade no (uso do) acento gráfico
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
De tirar o "chapéu"
terça-feira, 15 de outubro de 2024
Canhão... apontado ao erro.
Ler o anúncio logo de manhã, fez-me colocar imediatamente uma barra oblíqua entre os termos da expressão, separando o que ninguém (nem Deus) podia ter unido:
quarta-feira, 25 de janeiro de 2023
Qual satisfação?!
sexta-feira, 14 de outubro de 2022
Escrita de latrina, melhor, de mictório
domingo, 19 de junho de 2022
Fatiga, fadiga... que cansaço!
Claro que o mais habitual é falar ou ler sobre "FADIGA" (mesmo que o adjetivo esteja mais para 't' do que para 'd' - fatigado). Dizer-se 'fadigado' não é impossível, até pela derivação que decorre de 'fadiga' (nome) e 'fadigar' (verbo), isto é, causar ou sentir fadiga ou cansaço; logo, o 'fadigado' torna-se mais do que compreensível.
sexta-feira, 23 de outubro de 2020
Novo prato, nova escrita, ou o alentejano cada vez mais lento?
Isto de se escrever conforme a fonética tem muito que se lhe diga.
Quando um amigo me propõe uma foto com novo menu, deparo com uma escrita curiosa de prato já conhecido:
Não sei se "lentejana" é denominação topónima ou variação para uma característica que se diz ser a lentidão dos alentejanos. Sei é que se fez uma longa crase somada à que já existia: à contração 'à' (carne a uma maneira > a maneira alentejana) acresceu o 'a' de 'alentejana', colado à contração e, entretanto, separado da palavra que lhe diz respeito. Uma crase em duplicado, para não dar aférese!
Pena é terem-se esquecido da marca gráfica da contração / crase: o acento grave. É o desconcerto da escrita dos tempos. "Hoje" acho que me fico pelo peixe!
quarta-feira, 12 de agosto de 2020
Coisas do oral (ou de homofonias nos discursos)
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
Ler o que não está escrito
quinta-feira, 25 de julho de 2019
Não há descanso que aguente!
quinta-feira, 20 de junho de 2019
Abraço (ou beijo) paternal
segunda-feira, 27 de maio de 2019
Depois das eleições
sábado, 20 de outubro de 2018
Trocas e baldrocas
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Grassa não tem graça
A escrita é bem mais facilitadora na distinção; a oralidade convoca uma semelhança sonora a todo o tempo causadora de problemas ortográficos. A falha na leitura é fator impeditivo de boas práticas de escrita e, também, na aquisição de vocabulário, é certo, embora muitos outros possam ser acrescentados. Grassa por aí uma multiplicidade de razões que, não tendo graça, muito tem a ver com a limitação lexical dos nossos jovens.
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
Como?! Assim?!
terça-feira, 13 de junho de 2017
Sem santo nem poeta
Não é bom falar de dívidas, é certo; porém, confundi-las com a forma do verbo dividir no presente do conjuntivo (segunda pessoa do singular: dividas)...! Quer-se o nome; não o verbo. Para terminar, e ainda no mesmo rodapé, último (adjetivo) a ser confundido com a forma verbal de 'ultimar' (eu ultimo, tu ultimas, ele ultima...). É a sílaba tónica distinta (em termos fónicos) e a acentuação gráfica (em termos ortográficos) que fazem a diferença.
Nova esdrúxula que o devia ser enquanto nome (tráfico), e sai nova forma verbal grave (eu trafico, tu traficas, ele trafica,...). Isto de traficar nunca deu bom resultado!
'Queda às' em vez de 'Queda nas' é questão menos problemática, quando, por comparação, se conclui que não há queda nenhuma, efetiva, para a acentuação gráfica - inclusive das palavras terminadas com encontros vocálicos habitualmente proferidos em ditongo crescente (casos de lítio e de água, ou as chamadas "falsas esdrúxulas").
Não fosse isto suficiente, falta o momento de "Última hora". Na festa, tudo se passa e muito se consente; mas no que toca à sua notícia, para além da falha / troca de letra ou grafema (se > de), a discordância sintática é evidentemente contraproducente:
Nem Fernando nem António nos livram, por mais santos ou poetas que tenham sido. É muito mau receber isto tudo num só dia. Dizem que à dúzia é mais barato, mas, definitivamente, já à meia a imagem do canal do "Bom Português" sai bastante comprometedora. Mais uma imagem que não dá para comprar.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Partilhas...
Vejamos: um empresário quer cantar uma música gospel, gravar um disco e sai uma frase muito 'sui generis'. Ei-la:
Discussões que surgem de dúvidas, questões, esclarecimentos que vão surgindo nas horas que se vão dedicando à formação - sobre morfologia (mas com 'cãibras' na língua, 'fuga' da palavra ou quando 'tá enrolando tudo'). Calma! Devagarinho!
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Confusões... nada históricas (na língua, pelo menos)!
Tomando como ponto de partida 'home' (que na forma arcaica da língua também teve a variante 'ome'), o que sucede na evolução 'home > homem' não é um caso de acrescentamento sonoro, mas a consideração de um traço de nasalidade na sequência vocálica final. Quando muito trata-se de um processo de nasalização - alteração de uma vogal / sequência vocálica final (coda silábica), a ponto de ganhar o traço nasal [~].
Nesta medida, o 'm' é um simples grafema (letra) para registar, em termos de convenção ortográfica, a nasalidade presente no que poderia ser a representação fonética da palavra: [ˈɔmɑ̃j].
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Piadas homofónicas
À falta de melhor, conduzi os denunciadores desta "prevaricação" linguística para uma consulta no Google e pedi-lhes que pesquisassem sobre o autor indicado: Zack Magiezi. "Deve ser italiano", diziam uns. "Não! Zack é inglês", corrigiam (?) outros. Descobriram que era brasileiro, nascido em São Paulo, e autor de uma página de Facebook (Estranheirismo), além de poemas e criações literárias. Com os dados da autoria e da escrita, instalou-se a dúvida: "E um autor dá erros?" Lá acrescentei que até pode(ria) dar, mas a verdade do conhecimento dominado estava no parêntesis final.























