Espera . Procura . Encontros, Desencontros e Reencontros . Passagem com muitas Viagens . Angústias e Alegrias . Saberes e Vivências . Partilhas e Confidências . Amizades sem fim
domingo, 1 de março de 2026
Nova edição de 'As Fadas do Bosque das Cores e das Estórias'
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Uma questão de torres
Conheço a de Pisa, a de Londres, a dos Clérigos...
... mais as de alguns monumentos e igrejas nacionais e não só. Não figuram nesta ilustração, encontrada no Facebook:
Venha o tempo para que possa dedicar-me a eles e vá diminuindo a torre mais bela do gráfico.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
O temporal que (por) aí anda!
Pode ser Língua. É tempestade declarada, a julgar pelo que se lê:
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
Animar... a leitura
sábado, 15 de março de 2025
Fim de 'A Obra ao Negro'
segunda-feira, 30 de setembro de 2024
Caminhada literária com Sophia
Dentro da qual eu entro.
Que reconheço por não ser já minha
sexta-feira, 22 de março de 2024
Questões de lateralidade
quarta-feira, 6 de março de 2024
Indecisões
segunda-feira, 23 de outubro de 2023
Um pensador... com sangue português.
sábado, 3 de junho de 2023
Felicidade(s)
domingo, 16 de outubro de 2022
Citando Agustina, a propósito de ontem
sexta-feira, 12 de agosto de 2022
"Uma aventura" junto à praia

Em tempo de calor, qual gelado apetecido, abre-se a porta (que mais parece de uma arca frigorífica) para um "self service" de livro(s) à espera de ser(em) lido(s).
terça-feira, 22 de fevereiro de 2022
Tempo de palíndromo
quinta-feira, 10 de junho de 2021
Do melhor e do pior que a mulher tem
Perdoe Camões este abuso nas suas rimas, mas são tempos em que o jogo poético se desconstrói na redescoberta de leituras dos versos, em interação com outros poemas - uma forma de lembrar o escritor numa rede de aproximações com a escrita criativa (do próprio e de outros que nele se revejam).
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
Da importância de educar para a leitura
quarta-feira, 5 de agosto de 2020
Gramido: a casa branca
Junto ao Douro, no concelho de Gondomar (Valbom), há uma casa histórica.
É a Casa Branca de Gramido, edifício solarengo do século XVIII (1789) com características de um neoclássico rural. Nela ocorreu, em 29 de junho de 1847, a assinatura da Convenção de Gramido, que assinalou o final de uma época de conflitos entre liberais e absolutistas, nomeadamente os que se sucederam às sublevações populares e burguesas conhecidas, respetivamente, como Maria da Fonte e Patuleia.
Ainda durante o século XIX, o espaço foi armazém de cereais, comercializados pelos proprietários «Cazas Brancas» para a atividade da panificação (de Valongo e Avintes, essencialmente). Os grãos de trigo trazidos rio abaixo pelos barcos rabões (de aspeto mais claro do que aqueles que transportavam carvão) eram desembarcados nesse armazém. Por extensão da designação da família proprietária e pela imagem clara dos barcos, popularmente chegou-se à denominação de "Casa Branca".
Convenção de Gramido (1847)
A projeção e imponência visuais do solar duriense, progressivamente ampliado ao longo do século XIX e restaurado quase século e meio depois, revestem-se da importância histórica de que o local é exemplo, com a afirmação da paz após a Guerra Civil da Patuleia. A Convenção, assinada entre comandantes dos exércitos espanhol e britânico (entrados em Portugal ao abrigo da Quádrupla Aliança), mais os representantes da Junta do Porto e as forças do governo mais conservador, selou a derrota dos setembristas (revoltosos) frente aos cartistas (apoiados pela rainha) numa guerra civil que vinha a assolar o país desde a década de vinte e, mais particularmente, nos anos de 1846-1847. Menos de cinco anos depois, a concórdia viria a sofrer algum revés, com a força governamental apoiada por D. Maria II a retirar aos revoltosos poderes e influências em prol de um maior conservadorismo.
A recuperação da casa, depois de uma fase de crescente degradação e de um incêndio que praticamente a abandonou a um estado de desleixo e decadência inevitáveis no século XX, ocorre no período 2005-2006, sendo a inauguração da sua requalificação datada de 31 de maio de 2008.
Marginal do Douro, em Gondomar (Foto VO)
Na marginal do Douro, a Casa Branca de Gramido vigia o curso do rio.
quinta-feira, 16 de abril de 2020
Voou deste mundo? Voa com quem o lê.
Já se sabia que se encontrava doente, infetado pelo Covid-19, pouco depois de ter participado, em Portugal, num evento literário. Entre informação e desinformação, deu-se conta do estado crítico, da melhoria, de como regrediu, voltou a melhorar... E, agora, a morte.
A de qualquer humano tem de ser pesarosa, particularmente a que resulta da luta contra um vírus desconhecido e ameaçador, capaz de afetar subrepticiamente o mundo. A do chileno Luis Sepúlveda (1949-2020) é-o seguramente para quem o leu, lê ou tem vindo a ler.
Escritor ecologista, que cronicou e contou histórias de quem esteve neste mundo (marginais ou não); de quem existiu enquanto houve luz; de quem alimentou sonhos ansiados em qualquer lugar da terra, do ar ou do mar. Escritor que produziu obra na apologia da vida, da dignidade humana, da justiça social, de exotismos que sublinham sentidos múltiplos de viagem, de amor e de guerra, de utopias e mistérios que se cruzam com o Ser Humano, para não dizer com o Ser Vivo. Escritor que viu na diferença o complemento necessário à união e ao projeto da vontade.
Qual "gaivota", não pode lançar-se mais em novo voo, apanhado que foi por uma maré, uma "peste negra" que assolou a Humanidade.
A morte será suplantada por qualquer leitor que recupere a sua obra e lhe dê vida.
sábado, 14 de março de 2020
Já vi ou li isto algures…
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
Ler o que não está escrito
sábado, 5 de janeiro de 2019
Apontamentos do Senhor Américo
Ainda por cima, tudo feito a propósito do romance queirosiano Os Maias:





















