Espera . Procura . Encontros, Desencontros e Reencontros . Passagem com muitas Viagens . Angústias e Alegrias . Saberes e Vivências . Partilhas e Confidências . Amizades sem fim
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Antes dos 70
sexta-feira, 5 de junho de 2026
Bodas de ouro para um edifício (e não só)
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto
A visita turística é cada vez mais isso: turismo. Espaço para memória, sim, mas tão bem organizado e restaurado que vai apagando a realidade dolorosa que foi. Às vezes, parece que só volta a ser por um exercício de imaginação, distantes que estamos desse vivido (será?!).
quarta-feira, 9 de julho de 2025
Mostra-me os teus Lusíadas - momento de (re)encontro(s)
105 (...)
Oh! Grandes e gravíssimos perigos,
Oh! Caminho de vida nunca certo,
Que, aonde a gente põe sua esperança,
Tenha a vida tão pouca segurança!
106
Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra, tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?
sábado, 5 de abril de 2025
Partilha do não desejado
sábado, 22 de março de 2025
Onze anos depois
domingo, 16 de março de 2025
200 anos de Camilo
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
Mulher de "invenção"
- sei -
só os poemas darão conta
da minha avidez
da minha passagem
Da minha limpidez
sem vassalagem
segunda-feira, 20 de março de 2023
Sem açúcar
quinta-feira, 19 de janeiro de 2023
Porque é hoje o dia
FOSTE...
que há palavras interditas;
palavras que nos tocam;
algumas, um cristal;
outras, um punhal.
Saíste da moldura,
e viste na poesia
a música que sempre teve:
Buscaste o campo e o silêncio.
"Que diremos ainda?",
À hora da despedida,
Ao Eugénio que foi José e que do Fontinhas se fez Andrade.
sábado, 13 de agosto de 2022
Um dia depois...
Leiria, 11 de Agosto de 1940.in Diário I
Sem mágoa(s), sem medas de trigo, sem querer ser "desgraça acontecida", há a consciência do que possa fazer ensombrar e perigar esta vida; mas há também palavras a combinar e a criar alguma da magia que só os eleitos conseguem trazer à escrita poética, como que peneirando, do pó da terra, o ouro vital que a ela nos liga.
Nos grãos de areia que caem no relógio, há tempo para que a poesia dos versos torguianos adoce o dia - o de hoje e o do futuro.
Porque ontem foi mais um dia para o celebrar e hoje, e sempre, faz sentido (re)lembrar.
sábado, 6 de agosto de 2022
Triste dia, o de ontem, para a poesia
Ana Luísa Amaral, reconhecido nome nacional da poesia contemporânea, revelou--se apaixonada pela expressão poética, pela língua, pela palavra, num trabalho que encarou como "amor, angústia e necessidade". Recebeu o Prémio Rainha Sofia, em 2021, que lhe foi atribuído pelo Património Nacional de Espanha e pela Universidade de Salamanca, com o qual fica notabilizada junto de nomes da língua portuguesa como João Cabral de Melo Neto (1994), Sophia de Mello Breyner Andresen (2003), Nuno Júdice (2013), a par de muitos outros grandes autores da tradição e cultura iberoamericanas.
sexta-feira, 15 de abril de 2022
Fechar do pano, aplauso eterno
terça-feira, 19 de outubro de 2021
67 anos depois - o reconhecimento oficial
Uma cerimónia e uma homenagem justas para "Um Justo entre as Nações" português.
Um exemplo humano a reconhecer, sem dúvida. Pena que, oficialmente, seja passado tanto tempo e depois de a voz da consciência interior ter sido confrontada com a injusta miséria infligida no final da vida. Como mais vale tarde do que nunca, chegou a devida homenagem, porque se impunha. Não foi no mês do nascimento (julho) nem no da morte (abril) Qualquer outro serve, pois este é um homem para lembrar a todo tempo pelo que fez; pelo testemunho que deu.
Foi este o legado de um homem. Ou melhor, de um Homem; de um Português, que assumiu um ato de consciência excecional: o de que sempre esteve certo (por mais que os poderes do tempo não o apoiassem).
Hoje, precisamente há 81 anos, era lida uma sentença que castigava um justo; hoje, neste mesmo dia, um corpo mantém-se longe da capital, na sua terra de Carregal do Sal (Cabanas de Viriato), enquanto uma lápide evocativa é colocada no Panteão Nacional. Relembra um ser humano que salvou a vida de muitos outros e fez da sua a luta por valores e causas com sentido(s) de Humanidade.

























