Instalada a vontade de mudança, fico-me, para já, com o sentido da esperança.
Espera . Procura . Encontros, Desencontros e Reencontros . Passagem com muitas Viagens . Angústias e Alegrias . Saberes e Vivências . Partilhas e Confidências . Amizades sem fim
domingo, 8 de fevereiro de 2026
Nada convicto, mas seguro
Instalada a vontade de mudança, fico-me, para já, com o sentido da esperança.
segunda-feira, 14 de abril de 2025
Para que conste do que sou capaz
sábado, 5 de abril de 2025
Partilha do não desejado
sábado, 4 de janeiro de 2025
Um filme, um ator e uma mensagem fantásticos
A progressão dos atos eletivos até ao aparecimento do fumo branco, prenunciado pela imagem de um consenso sugerido pelos guarda-chuvas brancos dos cardeais que caminham para a decisão final, não tem na escolha do novo Papa Inocêncio (XIII, se não fosse ficção, protagonizado por Carlos Diehz, como cardeal Benitez) o seu fim. Há mais uma revelação derradeira a fazer: a que volta a colocar, por um lado, a afirmação do eterno feminino no seio da igreja e, por outro, citando Inocêncio, a aceitação da diferença, da tolerância, do conhecimento do vivido e do experienciado como fonte de autoridade e de confiança. O discurso do novo Papa, ainda antes de o ser, é revelador de como a guerra não pode ser alimentada com mais guerra; o ódio não pode gerar novos e mais ódios. A sua verdade, partilhada com o Decano, é a simplicidade de uma afirmação que faz todo o sentido da aceitação: "Eu sou tal como Deus me fez", com o sabido, o conhecido, o vivido, o desconhecido, os feitos e os defeitos (se o são!) e tudo o que não caiba nos cânones de uma igreja que, por vezes, se afastou da humanidade.
sábado, 7 de outubro de 2023
Impérios de Guerra (que não são o quinto, definitiva e infelizmente)
sábado, 3 de junho de 2023
Felicidade(s)
segunda-feira, 20 de março de 2023
Sem açúcar
quarta-feira, 8 de março de 2023
Dia Internacional da Mulher
Entre tantos assuntos importantes no mundo e na vida, um outro - a condição da mulher - se marca no presente, essa instância de tempo que, mais do que o agora e o hoje, se deve traduzir pela intemporalidade.
A mulher não é só casa
mulher-loiça, mulher-cama
ela é também mulher-asa,
mulher-força, mulher-chama
E é preciso dizer
dessa antiga condição
a mulher soube trazer
a cabeça e o coração
Trouxe a fábrica ao seu lar
e ordenado à cozinha
e impôs a trabalhar
a razão que sempre tinha
Trabalho não só de parto
mas também de construção
para um filho crescer farto
para um filho crescer são
A posse vai-se acabar
no tempo da liberdade
o que importa é saber estar
juntos em pé de igualdade
Desde que as coisas se tornem
naquilo que a gente quer
é igual dizer meu homem
ou dizer minha mulher
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
Inteligência Artificial (e Chat-GPT)
sexta-feira, 22 de abril de 2022
Em vésperas do dia da liberdade
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
Começou a guerra...
Mais contemporaneamente, a iniciar o século, as palavras de Mia Couto relembram, em O Último Voo do Flamingo (2000), que "a guerra nunca partiu":
Bom seria que nos tornássemos "gente grande".
domingo, 19 de dezembro de 2021
Histórias de fadas com verdade(s) para crianças e adultos
terça-feira, 19 de outubro de 2021
67 anos depois - o reconhecimento oficial
Uma cerimónia e uma homenagem justas para "Um Justo entre as Nações" português.
Um exemplo humano a reconhecer, sem dúvida. Pena que, oficialmente, seja passado tanto tempo e depois de a voz da consciência interior ter sido confrontada com a injusta miséria infligida no final da vida. Como mais vale tarde do que nunca, chegou a devida homenagem, porque se impunha. Não foi no mês do nascimento (julho) nem no da morte (abril) Qualquer outro serve, pois este é um homem para lembrar a todo tempo pelo que fez; pelo testemunho que deu.
Foi este o legado de um homem. Ou melhor, de um Homem; de um Português, que assumiu um ato de consciência excecional: o de que sempre esteve certo (por mais que os poderes do tempo não o apoiassem).
Hoje, precisamente há 81 anos, era lida uma sentença que castigava um justo; hoje, neste mesmo dia, um corpo mantém-se longe da capital, na sua terra de Carregal do Sal (Cabanas de Viriato), enquanto uma lápide evocativa é colocada no Panteão Nacional. Relembra um ser humano que salvou a vida de muitos outros e fez da sua a luta por valores e causas com sentido(s) de Humanidade.
sexta-feira, 8 de outubro de 2021
Morrer na praia
sábado, 22 de maio de 2021
Hoje, depois de ontem, com versos de séculos
Assim também o pensou Camões, como o sugere, por exemplo, "Endechas a Bárbara Escrava":
("Endechas a Bárbara Escrava" e o soneto "Ondados fios d'ouro reluzente")
sexta-feira, 21 de maio de 2021
Fragilidade da vida
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto
terça-feira, 26 de janeiro de 2021
Uma questão de imaginar!
Uma delas tem o título da canção de John Lennon, mais a imagem de rosto deste músico, com uma "anomalia narina". Há quem diga ser obra desse famoso desconhecido contemporâneo - Banksy -, mas nada tem sido provado nesse sentido (antes pelo contrário).
sábado, 16 de janeiro de 2021
O poder da polissemia e da argumentação
Em tempos com números tão assustadores (nos infetados e nas mortes), há palavras que marcam a sua polissemia, na conjugação com a força impactante da imagem:
Há na publicação institucional uma disjunção ('ou') que não pode dar lugar a escolha ou hipótese. Argumentativamente só pode resultar no convencimento, na persuasão, no apelo à vida.





















