Hoje disse uma delas, por diversas vezes.
Lembro-me da virtude que existe no equilíbrio, no comedimento, na moderação. Há quem fale em demasia e, por isso, diz o povo, pouco acerta.
Recorrendo ao sentido etimológico da palavra, pode dizer-se que, inclusivamente, 'moderação' (derivada do latim "moderationis") significa ação de regular ou governar.
Assim, construo o pensamento:
Assim, construo o pensamento:
Tomo o equilíbrio por seguro,
para não cair na desventura.
Tenho dito; ou melhor, escrito.
Evocando Alexandre O'Neill, diria que "há palavras que nos beijam"; outras são "sem cor". Se o poeta falava da construção poética, digo que também vale para simples pensamento.
Pareço um clássico, é certo. Na vida, há momentos assim - particularmente quando se sente que há situações ou pessoas com as quais não se pode nem se deve contar nem no presente nem no futuro.
Sinto-a como necessária nestes tempos, para não cair em excessos (que não trazem felicidade a ninguém).

Diz o ditado popular que “no meio está a virtude”; assim, o equilíbrio e a moderação são aliados fiéis, mesmo em tempos mais agitados. 😉
ResponderEliminarHá fidelidades que nem sempre são suficientes. Quando não há melhor, é o que pode ser.
EliminarEncaro a moderação menos como um gesto de resignação e mais como fruto da aprendizagem. Nem sempre é suficiente, reconheço, mas há momentos em que é ela que nos permite permanecer inteiros. E, se há algo que aprendi contigo, a moderação é, sem dúvida, uma das lições que perdurará.
EliminarObrigado pela mensagem.
EliminarConcordo contigo, quando afirmas que a moderação resulta de aprendizagem(ns). Tenho aprendido alguma coisa, embora precise de aprender mais.
Estou a ver que vou ter futuro como Presidente da República (sei lá, daqui a quatro anos)!
Dá-lhe!
ResponderEliminarEstá dado (ainda que não convencido)! A minha prenda vai ser um presidente da república, com gravata azul.
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