domingo, 15 de março de 2026

Por terras de Viriato

      Foi dia de os professores passearem, soltarem risos e conviverem.

     Apesar de alguns pingos de chuva, foi um dia bem vivido e bem "regado", com pequeno-almoço em Vouzela; visita ao Museu do Quartzo, idealizado pelo prestigiado geólogo Galopim de Carvalho e instalado num antigo local de extração de quartzo (Monte de Santa Luzia, na zona de Viseu-Dão-Lafões); almoço no familiar restaurante Zé Pataco (onde não faltaram as encomendas das morcelas, dos queijos e chouriços, mais os tupperwares das migas de entrada); prova e degustação de vinhos na Quinta de Santa Maria; passagem pelo palácio-museu Aristides Sousa Mendes.

Cartaz de divulgação da atividade promovida

As evidências do vivido: de Vouzela, Viseu, Cabanas de Viriato (Fotomontagem VO)

    Foi um roteiro diferente do traçado no ano passado, ainda que em espaços comuns, numa consolidação e expansão de aprendizagens, com focos em biologia, física, geologia, química, história. No âmbito da plantação, produção e degustação vinícola - com champanhe, branco ou tinto -, ficou o apontamento do "Ribeiro Santo" da região do Dão, com aromas de fruta e rusticidade, mais o apuramento do paladar. A apologia vinícola do norte foi mais do que sublinhada pelo guia, em detrimento daqueles outros que continuam a afirmar que o Alentejo tem mais do que se lhe diga. Um ou outro, o certo é que o nacional (é que) é bom.
    Com muita foto a evidenciar os momentos vivenciados, concretizou-se mais um convívio para criar laços, aproximar nos risos e viver aprendizagens / experiências a recordar.

    Entre referências a famílias brasonadas, percursos a recuperar traços entre o medieval e o barroco, aromas e sabores báquicos, ficou um sábado bem passado, na intenção de prosseguir com viagens e (re)encontros para lá dos tempos de escola.

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