domingo, 29 de maio de 2011

Mas... já chegámos à Madeira, ou quê!

      Era o que eu ouvia dizer quando calcava o risco e o abuso se anunciava (num sentido que sublinha a possibilidade de tudo poder acontecer nesse território).

     Não será estranha a afinidade do verbo chegar com o topónimo Madeira: diz-se que se trata de um verbo proveniente do latim 'plicare' (dobrar, enrolar). Chegados à ilha, via marítima, os marinheiros dobravam as velas ('plicare velam').
       Hoje, chego ao local via áerea e apeteceu-me arrancar, 'enrolar', de imediato, o cartaz que me dava as boas-vindas.


       Até aqui, logo na entrada do aeroporto, deparo com o erro. Deve ser do vento que me recebe...
       Caso para dizer que tanto o acento como a situação são agudos, mas pelo menos o primeiro devia ser grave.

       Não havia necessidade, em terra cujos sinais de desenvolvimento, acessibilidade e simpatia são evidentes.

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