Depois da despedida (saída), a entrada.
Fecha 2025; abre 2026.
Entre um e outro, entre o balanço e as expectativas, parte-se para novo ciclo, no alinhamento do tempo, dos caminhos e das passagens, que se cumprem em percursos, mudança e esperança.
Com música,... a lembrar harmonias no final de um ano e o desejo de união e amizade para um outro:
Uma balada de bondade e amizade, que começou por ser uma secular cantiga escocesa (para os que migravam)
Eis a letra cantada:
Should auld acquaintance be forgot,
and never brought to mind?
Should auld acquaintance be forgot,
and auld lang syne?
For auld lang syne, my dear,
for auld lang syne,
we’ll tak’ a cup of kindness yet,
for auld lang syne.
And there’s a hand, my trusty friend!
that gives a hand to thine!
we’ll tak’ a cup of kindness yet,
for auld lang syne.
Com outros versos, num grafismo sugestivo de movimento, afirme-se novo ciclo que se (re)abre a cada estação, a cada vivência que vale por isso: por se orientar para a vida.
Virá o momento em que os "bons velhos tempos" darão lugar a nostalgia, a saudade de um bem passado, inspirando presente e futuro, no que há de bom a lembrar, a viver, a conseguir.
Um bom 2026 para todos. Com saúde, união, bondade e amizade, na humanidade e no humanismo de um mundo que pode (sempre) ser melhor (se baseado na verdade e na dignificação dos seres).



