Primeiro dia de aulas, meio século depois.
Quando neste dia abriram as portas do edificado construído para o então designado Liceu Nacional de Espinho, houve certamente um entusiasmo que, hoje, foi traduzido em festa e num conjunto de iniciativas que tanto serviram para lembrança como para afirmação de um presente com futuro.
A pedra oficial, porque gravada com o ofício anunciador da abertura da escola onde seria alocado
o Liceu Nacional de Espinho em 1975 (ofício assinado pela professora Maria do Céu Beato Oliveira Dias de Sousa,
presidente do Conselho Diretivo Provisório - Foto VO)
50 anos depois: no mesmo lugar, mas com uma escola requalificada (Foto GIC)
Entre as várias formas de festejo (na escola-sede do agrupamento, bem como nas restantes três unidades orgânicas), regista-se a plantação de laranjeiras nos espaços escolares, nomeadamente na Escola Básica Integrada Sá Couto (EBISC): dez árvores à espera da flor e do fruto, convocando o jogo antonomásico que o sobrenome do atual patrono (Manuel Laranjeira) possa evocar.
Plantação de laranjeiras na EBISC, unidade do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Laranjeira
(montagem fotográfica VO)
Seja este mais um sinal da identidade e pertença do agrupamento, assim homens e mulheres queiram e a natureza permita.
Fique em verso o que a inspiração deu:
Lembrando o lema do blogue: "Faz da palavra a flor, do ato o fruto
e saciarás os que aspiram a mais do que este mundo oferece: realidade em demasia e luz de fantasia"
Cumpre-se o tempo com sinais de lembranças, de homenagem que muitos (re)vivem já no caminho a fazer para o século.




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