Palavras finais: "Procuremos entrar na morte de olhos abertos..."
Espera . Procura . Encontros, Desencontros e Reencontros . Passagem com muitas Viagens . Angústias e Alegrias . Saberes e Vivências . Partilhas e Confidências . Amizades sem fim
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
Mais um de Marguerite Yourcenar
Palavras finais: "Procuremos entrar na morte de olhos abertos..."
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Dar voz às mulheres
E na geografia nortenha que nos radica, entre o Minho e o Douro, não é de esquecer o sentido da raiz, da origem, de um matriarcado que se firma nos valores fundacionais, da terra, da resistência e da tradição - simbologia de um género que sublima a mítica Geia ou Gaia.
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto
A visita turística é cada vez mais isso: turismo. Espaço para memória, sim, mas tão bem organizado e restaurado que vai apagando a realidade dolorosa que foi. Às vezes, parece que só volta a ser por um exercício de imaginação, distantes que estamos desse vivido (será?!).
sábado, 1 de março de 2025
A cegueira dos trapos, dos retalhos (ou dos fatos)
Lembre-se o trecho vieirino, no capítulo IV (Repreensões em geral):
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025
Final do mês com espetáculo triste, indigno, revoltante
quinta-feira, 19 de dezembro de 2024
Patrono à mesa
sábado, 9 de novembro de 2024
A propósito do Muro de Berlim
quarta-feira, 24 de abril de 2024
Arruada de Abril pela Liberdade
domingo, 10 de março de 2024
Dia de eleições
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024
Que dia! E diz-se 'oito'... de equilíbrio!
A Karlota veio agravar o estado do tempo. Nem há vontade de sair de casa, com esta intempérie da chuva, do vento e do frio.
Houve também conflitos, guerras, atentados e até avalanches fatais no decorrer dos tempos, sempre ao mesmo dia.
Não o queira jamais o tempo dar,
Não torne mais ao mundo, e, se tornar,
Eclipse nesse passo o sol padeça.
A luz lhe falte, o céu se lhe escureça,
Mostre o mundo sinais de se acabar,
Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar,
A mãe ao próprio filho não conheça.
As pessoas, pasmadas de ignorantes,
As lágrimas no rostro, a cor perdida,
Cuidem que o mundo já se destruiu.
Ó gente temerosa, não te espantes,
Que este dia deitou ao mundo a vida
Mais desaventurada que se viu!
sábado, 7 de outubro de 2023
Impérios de Guerra (que não são o quinto, definitiva e infelizmente)
quinta-feira, 5 de outubro de 2023
Dia do Professor
Porque se faz da luta esperança, mesmo que não se instaure a mudança
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023
Grande Mês!
Se o inverno não faz o seu dever em janeiro, fá-lo em fevereiro.
Quer no começo, quer no fundo, em fevereiro vem o entrudo.
Quando não chove em fevereiro, nem bom prado nem bom centeio.
Os dias bons de janeiro enganam o homem em fevereiro.
O sol de fevereiro matou a mãe ao solheiro.
Neve em fevereiro é mau para o celeiro.
Luar de janeiro faz sair a galinha do poleiro; lá vem fevereiro que leva a galinha e o carneiro.
Lá vem fevereiro, que leva a ovelha e o carneiro.
Fevereiro quente traz o diabo no ventre.
Fevereiro coxo, em seus dias vinte e oito.
Fevereiro afoga mãe no ribeiro.
Chuva de fevereiro vale por estrume.
Bons dias em janeiro enganam o homem em fevereiro.
Até ao Natal salto de pardal, de Natal a janeiro salto de carneiro e de janeiro a fevereiro salto de outeiro.
Água de fevereiro mata onzeneiro.
quarta-feira, 5 de outubro de 2022
Um dia de muitas razões
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
Começou a guerra...
Mais contemporaneamente, a iniciar o século, as palavras de Mia Couto relembram, em O Último Voo do Flamingo (2000), que "a guerra nunca partiu":
Bom seria que nos tornássemos "gente grande".
sexta-feira, 14 de janeiro de 2022
Leonardo
terça-feira, 19 de outubro de 2021
67 anos depois - o reconhecimento oficial
Uma cerimónia e uma homenagem justas para "Um Justo entre as Nações" português.
Um exemplo humano a reconhecer, sem dúvida. Pena que, oficialmente, seja passado tanto tempo e depois de a voz da consciência interior ter sido confrontada com a injusta miséria infligida no final da vida. Como mais vale tarde do que nunca, chegou a devida homenagem, porque se impunha. Não foi no mês do nascimento (julho) nem no da morte (abril) Qualquer outro serve, pois este é um homem para lembrar a todo tempo pelo que fez; pelo testemunho que deu.
Foi este o legado de um homem. Ou melhor, de um Homem; de um Português, que assumiu um ato de consciência excecional: o de que sempre esteve certo (por mais que os poderes do tempo não o apoiassem).
Hoje, precisamente há 81 anos, era lida uma sentença que castigava um justo; hoje, neste mesmo dia, um corpo mantém-se longe da capital, na sua terra de Carregal do Sal (Cabanas de Viriato), enquanto uma lápide evocativa é colocada no Panteão Nacional. Relembra um ser humano que salvou a vida de muitos outros e fez da sua a luta por valores e causas com sentido(s) de Humanidade.
























