domingo, 15 de novembro de 2009

Nada é por acaso...

    Depois do dia de ontem, o de hoje faz-me (re)encontrar uma pequena história infantil...

    Já me havia cruzado com este pequeno filme.


      A Gabriela voltou a colocá-lo diante dos meus olhos (o que lhe agradeço).
      Lembrei-me então: a Isaura diria que este filme não surgiu hoje por acaso; a Dulce relembraria nele a portentosa Pandora (que, apesar de alguma nota negativa, apenas é chamada para aqui pelo que tem de bom... nomeadamente, a esperança que ainda deixou no interior da caixa - pode ser que a tampa não esteja bem fechada!); a Dolores sublinharia, na flor, a nota de esperança que serena e ilumina o nosso curso, por vezes feito de meandros; a Maria José já estaria com a mão na massa, a fazer deste mundo um jardim com muitas mais flores; o Matias levar-nos-ia a acreditar que é muito mais o que nos une do que aquilo que nos separa; a Ana Catarino traria a água para regar a flor, nem que tivesse de a ir buscar ao fim do mundo entre os dedos e a palma da mão; o Manel, no palco da vida, aplaudir-nos-ia por achar que somos sempre os maiores e que nem precisamos de grandes ensaios para desempenhar o nosso papel. Isto só para falar de alguns...

    Nisto, fica-me a pergunta de Saramago: "E se as histórias para crianças fossem de leitura obrigatória para os adultos?" Em dia triste e melancólico, de uma chuva tirada a vento, faz bem lembrar que há amigos (A Flor Mais Grande do Mundo) na "Aquarela" da vida e da(s) família(s) que vamos tendo. 

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