Depois do painel dedicado ao mar, vem o da terra.
Na combinação de umas obras de artista dedicada às plantas com a pintura de umas tábuas e a colagem de umas pedras, assim surgiu o painel com as cores outoniças da terra.
Além das estrelinhas que me guiam (do painel do mar), passo a ter as folhas que o vento não levou. Secaram, ganharam novas tonalidades. Dispostas numa base de papel colorido e circundadas pelas pedras do areal, passam a cumprir função decorativa.
À semelhança do painel do mar, o da terra também fica cá por casa, logo à entrada, para lembrar que não há como manter os pés no chão.
Quem não tem dinheiro para Van Gogh ou Picasso (ou outro qualquer pintor de renome) fica com o que pode ter... ou o que faz.
Na próxima vou para feira vender o resultado da obra "artística".

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