Talvez um pouco de tudo isto venha a ser Quinto Império: Profecia de Perdição:
Espera . Procura . Encontros, Desencontros e Reencontros . Passagem com muitas Viagens . Angústias e Alegrias . Saberes e Vivências . Partilhas e Confidências . Amizades sem fim
domingo, 17 de outubro de 2021
E vão cinco... (e uns quantos mais deles!)
Talvez um pouco de tudo isto venha a ser Quinto Império: Profecia de Perdição:
sábado, 16 de outubro de 2021
Se eu quiser falar com Deus
Em 1999, foi nomeado "Artista pela Paz", pela UNESCO - motivo mais do que justo para ser uma referência mundial.
quarta-feira, 13 de outubro de 2021
Completivas encadeadas
Particularmente, quando elas se apresentam em vários níveis de análise.
sexta-feira, 8 de outubro de 2021
Morrer na praia
quinta-feira, 7 de outubro de 2021
A propósito do 'é que'
quinta-feira, 30 de setembro de 2021
Uma releitura de 'O Carteiro de Pablo Neruda'
Uma outra adaptação cinematográfica pode ser encontrada na realização de Antonio Skármeta - uma versão mais fiel à obra e ao contexto chileno representado. Curiosamente, esta versão cinéfila acontece em Portugal (entre a zona da Figueira da Foz e Mira), aquando do exílio do autor por terras lusas.
domingo, 18 de julho de 2021
Despir a camisola
Esta é uma expressão metaforicamente associada à (sublinhado e a negrito) adesão a causas, a princípios, a instituições. Quem veste a camisola é alguém que participa, defende, dá a cara por algo em que, por norma, acredita.
Depois há aqueles que, com a mania de tudo recusar e na onda negacionista daquilo que é visto e aceite por muitos, acabam por defender aquilo que, à partida (sublinho, à partida), não quere(ria)m. É nestes momentos que se deve tirar a camisola:
Concordo: não há ditadura sanitária. Há necessidade, sim, de se aprender a escrever, para que se passe a mensagem. Neste caso, porém, o erro até surte o efeito desejado, com a cara a não bater com a careta.
quarta-feira, 30 de junho de 2021
Agradecimentos...
domingo, 20 de junho de 2021
Céu, mar e vegetação gotejados de chuva
Hoje foi dia sensaborão, não fosse a foto um registo de alguma animação, ainda sem o cheiro nem o calor do verão.
sexta-feira, 18 de junho de 2021
Gestos de quem se gosta
Num ano particularmente difícil, continuei a ter a felicidade de estar acompanhado daqueles que, dia-a-dia, me souberam respeitar; me tiveram em mente, apesar de algumas ausências; me fizeram sentir grato, ganhar forças e ver que, na medida do possível, colaboravam com o lema do "trabalho, trabalho e mais trabalho". Uns pela qualidade demonstrada, outros pelas descobertas conseguidas, uns mais pelos erros cometidos que também ajudavam a ensinar, outros ainda pelos comentários que (no fundo da sala, em surdina, mas com voz bem reconhecida) permitiam construir cumplicidades e afinidades além do estatuto e do papel devidos, sem esquecer os que reservada e timidamente assistiam ao espetáculo de todos... esta foi a soma construída que nos foi aproximando.
Citaram-se alguns versos de uma ode camoniana (Ode IX):
«Porque, enfim, tudo passa;Não sabe o Tempo ter firmeza em nada;E nossa vida escassaFoge tão apressadaQue quando se começa é acabada.»
É tão clara a certeza do que é esperado! Obrigado, por terem estado comigo. (E mais não digo, porque sabem bem quem são).
segunda-feira, 14 de junho de 2021
Novo conceito de rua
Qualquer semelhança com as pistas dos carrinhos de choque das festas talvez não seja mera coincidência.
quinta-feira, 10 de junho de 2021
Do melhor e do pior que a mulher tem
Perdoe Camões este abuso nas suas rimas, mas são tempos em que o jogo poético se desconstrói na redescoberta de leituras dos versos, em interação com outros poemas - uma forma de lembrar o escritor numa rede de aproximações com a escrita criativa (do próprio e de outros que nele se revejam).
quarta-feira, 9 de junho de 2021
A um dia de Camões...
Fica a obra para lá do tempo da vida; fica a voz lírica que nos "canta" um poema "em verso humilde celebrado", com "agreste avena ou frauta ruda" (para não confundir com o "som alto e sublimado", o "estilo grandíloco e corrente", com "tuba canora e belicosa" no jeito épico).
Mote: Descalça vai para a fonte
Leanor pela verdura;
Vai fermosa e não segura.
Glosas ou voltas:
Leva na cabeça o pote,
O testo nas mãos de prata,
Cinta de fina escarlata.
Sainho de chamalote;
Traz a vasquinha de cote.
Mais branca que a neve pura;
Vai fermosa e não segura.
Descobre a touca a garganta,
Cabelos d' ouro o trançado,
Fita de cor d' encarnado,
Tão linda que o mundo espanta;
Chove nela graça tanta
Que dá graça à fermosura;
Vai fermosa e não segura.
segunda-feira, 7 de junho de 2021
Para lá da simpatia...
Há que contentar com o gesto simpático!
De resto, nada mais se pode pedir, quando se escreve mal.
Certo é que 'pôr' tem acento gráfico (circun-flexo) na sua grafia. O mesmo não sucede com os com ele formados ou a ele fonicamente asso-ciados na sílaba final de verbo, na forma do in-finitivo - como 'ante-por', 'compor', 'contra-por', 'descompor', 'dis-por', 'expor', 'impor', 'propor', 'repor', 'supor' e afins -, conforme já o indiquei em aponta-mento anterior.
Se o contraste 'por' (preposição simples) / 'pôr' motiva a distinção gráfica, o mesmo não sucede com os restantes termos atrás mencionados. Sublinhe-se o facto de estar a considerar-se formas verbais no infinitivo (o que nada tem a ver com as formas conjugadas, como 'antepôs', 'compôs', 'contrapôs',...).
Tipicamente as palavras terminadas em 'r' são agudas e não requerem acentuação gráfica - eis a razão para o infinitivo dos verbos e, por conversão, as formas nominais / nominalizadas não apresentarem acentos.
Agradeço o gesto, portanto, mas ficaria mais grato pela ausência de acento.
sexta-feira, 4 de junho de 2021
Não é "d'oiro", mas é "doirado"
Tudo em busca da base da palavra (embora eu preferisse o "oiro").
Siga-se o raciocínio de onde uma palavra vem, e lá chegaremos ao resultado final.
Q: Olá, Vítor. Qual é o processo de formação da palavra "doirado"?
O doirado da paisagem, com o doirador responsável ao centro.
Não se veja, portanto, o oiro como a origem de tudo na nossa língua, mas o que permite "doirar" e, por sua vez, esta palavra ver o doirado, nomeadamente o que a talha da natureza por momentos ganha (sem ouro; com sol).
Ou seja, "nem tudo o que doira vem de oiro", pelo menos em termos da natureza. "Doirar" entrou historicamente na língua portuguesa pela forma latina "deauro, -are", estando já aqui assumida a palavra base (doirar), a qual virá a dar lugar a 'doirado'.
sábado, 22 de maio de 2021
Hoje, depois de ontem, com versos de séculos
Assim também o pensou Camões, como o sugere, por exemplo, "Endechas a Bárbara Escrava":
("Endechas a Bárbara Escrava" e o soneto "Ondados fios d'ouro reluzente")
sexta-feira, 21 de maio de 2021
Fragilidade da vida
quinta-feira, 20 de maio de 2021
Passiva, sim... sem agente! (nova versão)
Q: Vítor, na frase 'O processo foi reclassificado por via administrativa', o 'por via administrativa' pode ser considerado um complemento do adjetivo?
quarta-feira, 19 de maio de 2021
Reação "poética"!
Nunca!
Duas regras basilares da pontuação: não separar NUNCA o sujeito do predicado por uma só vírgula; não separar NUNCA o verbo dos seus complementos / predicativos por uma só vírgula (ou ponto e vírgula).
Esta foi, assim, a melhor pessoa que "o poema" despertou em mim: a que denuncia os erros de pontuação, garantidamente, como exemplos a não repetir. É este o meu princípio de boa fé.
segunda-feira, 17 de maio de 2021
Passiva sim... sem complemento agente
O agente da ativa ('Alguém') encontra-se elidido na frase passiva ('por alguém'), dada a sua indeterminação. Nestes contextos frásicos, o complemento agente da passiva não aparece configurado na transformação passiva. Esse 'por alguém' seria, sim, o agente do processo de reconhecimento; a lealdade é a propriedade reconhecida no objeto da ativa ('o povo'), tornado sujeito na construção passiva.
Não é, portanto, possível entender a causa da ativa (prefigurada num modificador) como agente da passiva. São funções sintáticas com papéis semânticos bem distintos.
Situação análoga encontra-se abaixo esquematizada:

















